Painel: "Na Moda"

sexta-feira, 29 de maio de 2009

OPORTUNIDADES PARA SE QUALIFICAR NO MUNDO DA MODA

O mercado da moda é o segundo maior empregador no Brasil - 1,5 milhão de pessoas. Visando a expansão do setor, instituições educacionais e indústrias estão investindo na capacitação dos profissionais. O objetivo é acabar com o amadorismo que dá aquela visão de futilidade à moda e, principalmente, destacar o país no mercado internacional, segundo um dos envolvidos nesse projeto, o especialista em moda e coordenador de cursos Amnon Armoni.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Museu de Arte de São Paulo (Masp) e a Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) se uniram para formar o Instituto Brasil de Arte e Moda, que é a primeira instituição nacional a reunir as áreas da indústria, cultura e educação. O objetivo é fortalecer a posição do Brasil como um importante centro criador e exportador de moda e formar mão-de-obra especializada nessa área.
Uma das primeiras medidas do Instituto Brasil foi a criação do curso de MBA em Gestão Estratégica em Moda, que teve início neste mês de abril, na sede do Instituto, na Galeria Prestes Maia, no centro de São Paulo. De 100 candidatos ao ingresso no curso, apenas 25 foram selecionados. O processo de seleção de novos alunos será feito anualmente.
"É um curso para poucos, não no sentindo elitista, mas no de buscar pessoas com vocação e competência na área de moda. Esse curso é pioneiro no Brasil por envolver a participação da indústria. No exterior os cursos já são assim faz tempo", explica o coordenador do curso Amnon Armoni.

O currículo do curso engloba gestão estratégica, design e tecnologia, refletindo as realidades competitivas globais do universo da moda, além de promover discussões de casos concretos e testemunhos de especialistas e profissionais atuantes nas diversas áreas da cadeia da moda. O curso tem como objetivo formar profissionais capazes de desenvolver uma visão estratégica do negócio, aliando os elementos de gestão às dimensões do design e da comunicação.
Além da necessidade de mão-de-obra especializada para a indústria, Armoni destaca a necessidade da formação de educadores na área. "Houve um 'boom' de cursos de moda nos últimos 15 anos. Criaram escolas como se fossem 'pastelarias'. Muitas instituições vendem o curso, mas não sabem como vão ensinar porque não têm profissionais capacitados. De que adianta formar 300 alunos por ano, se eles não vão ter competência para atuar no mercado?", questiona.

A sede do Instituto onde está sendo ministrado o MBA está em fase de conclusão. Segundo Armoni, num primeiro momento a sede contará com uma biblioteca, fototeca, videoteca e teciteca (amostras de tecidos) com mais de 10 mil volumes; núcleo de informação, que será de acesso público e também terá cursos livres e núcleo de educação na área de desenvolvimento de produtos e comunicação.

"Num segundo momento, vamos capacitar professores e orientar instituições que querem ter ou já possuem um curso de moda. Queremos ser um centro de inteligência da moda, formar profissionais globais e ajudar o Brasil a ter o lugar que merece", afirma Armoni.

O local também contará com o núcleo cultural, que em parceria com o Masp, formará um acervo de moda contemporânea. A previsão é de que o Instituto seja inaugurado até o final deste ano.
Outras medidas para garantir o crescimento da moda brasileira, segundo Armoni, é continuar promovendo os estilistas brasileiros no exterior e criar um plano estratégico com o governo para o desenvolvimento da indústria e aumento das exportações.

A moda brasileira em números:
- Emprega 1,5 milhões de pessoas em indústrias metalúrgicas, químicas e de calçados
- O setor têxtil e de vestuário representa 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil
- O Brasil é o 6º produtor têxtil e de confecção mundial
- Autosuficiente no setor de algodão- Produz mais de 7,2 milhões de peças de vestuário/ano
- 2° maior produtor mundial de índigo
- 3° maior produtor mundial de malha
- 5° maior produtor mundial de confecção
- 7° maior produtor mundial de fios e filamentos
- 8° maior produtor mundial de tecidos
- O Brasil representa menos de 1% no comércio exterior- Em 2005 o Brasil exportou US$ 2.2 bilhões, enquanto que o comércio mundial (importações e exportações) foi de US$ 450 bilhões*Fonte Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit)

Fonte: Redação Terra

sábado, 9 de maio de 2009

O moletom dá o tom: 9 jeitos de usar o hit do inverno 09

Ninguém duvida de que você já tem um ou mais moletons dentro do guarda-roupa. A questão que importa é: será que você está usando essa peça, que tem todo jeito de querida & confortável, do jeito certo? No inverno 2009, o tecido entrou no rol das tendências de moda e alcançou novo status. É por isso que agora ele vai a lugares que antes desconhecia: o escritório, o almoço com as amigas e até a balada. É, o moletom não se contenta mais com a academia ou o sofá de casa. O legal é que ele continua casual. Unindo o material a peças básicas, como camiseta branca, tênis e sapatilha, e a outras mais saidinhas, como sandália de salto, bolsa carteira e top de paetês, dá para montar looks que carregam, ao mesmo tempo, doses de informalidade e esperteza fashion - sem muito esforço, o que é melhor. Confira logo ao lado nove ideias para usar o moletom no tom certo.

Antonia Petta e Janaína Rosa (http://chic.ig.com.br/materias)

Sai de dia e volta bem a noite: Moletom American Apparel, R$ 136; calça C&A, R$ 70 e bota Cavalera, R$ 350


Esperando a carona: Moletom American Apparel, R$ 136; vestido Fabia Bercsek, R$ 546 e sapatilha Corello, R$ 99

As amigas ainda estão no caixa: Moletom American Apparel, R$ 136; vestido Acquastudio, R$ 620 e tênis Nike, R$ 229

A caminho da faculdade: Camiseta Hering, R$ 20; mochila Eastpack, R$ 149; calça American Apparel, R$ 106 e tênis Nike, R$ 300

Meu primeiro estágio: Camiseta Hering, R$ 20; calça American Apparel, R$ 106; bolsa Juisi by Licquor, R$ 120 e sapatilha Corello, R$ 99

Nos embalos de sábado a noite: Top Juisi by Licquor 80, R$ ; calça American Apparel, R$ 106; Clutch Juisi by Licquor, R$ 90 e sandália Studio TMLS, R$ 365

Ladies who lunch: Camiseta Hering, R$ 20; saia American Apparel, R$ 79 ; bolsa Lê Sacs, R$ 199 e sapatilha Corello, R$ 99

Esperando o Latte ficar pronto: Camiseta Hering, R$ 20; saia American Apparel, R$ 79 e tênis Osklen, R$ 847

Happy hour fashionista: Regata Juisi by Licquor, R$ 87 ; saia American Apparel, R$ 79 e sapato Studio TMLS, R$ 578

sábado, 2 de maio de 2009

Indústria de Luxo no Oriente Médio


O Oriente Médio já é considerado um dos melhores mercados consumidores da indústria de luxo no mundo. Os negócios vão tão bem que marcas e complexos do setor não param de chegar por lá.

A Villa Moda Lifestyle é um exemplo disso e já tem mostrado ótimo desempenho em todos os países onde entrou. O conceito está presente em Dubai na Arábia Saudita, Damasco na Síria, Doha no Qatar, três unidades no Kuwait e agora também em Bahrain, pequeno estado do Golfo Pérsico.

O complexo é como um shopping de moda apenas com estilistas de luxo, como Gucci, Hérmes, Louis Vuitton e Fendi. Bahrain foi escolhida pelo realizador do projeto, Marcel Wanders, por ser uma das pérolas do Golfo Pérsico e parte do roteiro sofisticado de uma viagem para lá.

A construção da nova unidade Villa Moda mostra a força da economia nos países do Oriente Médio que foram impulsionadas, principalmente, pelo petróleo e se prepara para se torna um dos melhores destinos para o turismo de luxo em alguns anos.

Loja: "Na Moda"

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